Prefeito visita projeto Costurando Meus Direitos

Social | 21/10/2019

Mães e cuidadoras de crianças em vulnerabilidade social têm aulas gratuitas de costura e oficina sobre cidadania, direitos humanos e empreendedorismo
O prefeito Marcelo Crivella conheceu na segunda-feira, 21 de outubro, o projeto Costurando Meus Direitos, no Santo Cristo, Porto Maravilha, que oferece a mães e cuidadoras de crianças em vulnerabilidade social aulas gratuitas de costura e oficinas sobre cidadania, direitos humanos e empreendedorismo. O curso de seis meses é ministrado pelas associadas da Cooperativa Maravilha, que tem o apoio da Prefeitura do Rio por meio da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp).


A Cooperativa Maravilha, formada em 2017 por costureiras e ateliês da Região Portuária, também foi responsável por selecionar e formar o grupo de 16 mulheres no ofício de corte, costura e modelagem. Nesse período haverá duas cuidadoras para entreter as crianças, enquanto as adultas estão em classe. As atividades lúdicas trabalham a conscientização sobre a temática que o projeto se apoia, principalmente direitos humanos, especialmente sobre trabalho escravo entre adultos e crianças na indústria têxtil.
Para Tarquinio de Almeida, presidente da Cdurp, apoiar a cooperativa é um dos braços da revitalização do Porto Maravilha. "Tão importante quanto as obras e os serviços é criar condições e ambiente para que os moradores tenham qualidade de vida e oportunidades de geração de renda. A cooperativa está multiplicando seu conhecimento e ampliando essas oportunidades", descreve.
Raquel Spinelli, presidente da ONG Providenciando Vidas, do Morro da Providência, é parceira no projeto e foi uma das responsáveis por selecionar as mulheres e divulgar as vagas. “Priorizaremos mulheres com filhos ou que sejam responsáveis pelo cuidado de netos ou irmãos. As crianças são bem-vindas nos dias de aula, já que haverá cuidadoras capacitadas para atendê-las. O Costurando Meus Direitos chegou em ótima hora ao nosso galpão no Santo Cristo, vai totalmente ao encontro dos projetos dos coletivos que trabalham lá”, defende.